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NOTÍCIAS

Famílias da unidade Correia Lima participam de Cuidar é Básico

11 maio 2023

A unidade Correia Lima recebeu, na noite de terça-feira, 9 de maio, a psicóloga, mestre e doutora em Psicologia, Bruna Wendt, para um encontro do programa Cuidar é Básico com as famílias e os educadores do Ensino Fundamental – Anos Finais.

Com o tema Adolescência e Comportamento de Risco, a especialista abordou aspectos sobre como as famílias podem prevenir e perceber comportamentos de risco em seus filhos, e deu dicas de como lidar com essas questões. Além disso, falou sobre os fatores biológicos e sociais que fazem a adolescência ser uma fase de alerta para comportamentos de risco, entre os quais estão a falta de maturidade do córtex pré-frontal, parte do cérebro responsável pela regulação das emoções, e a necessidade de construção da identidade.

“A relação que você tem com seu filho adolescente começou a ser construída na infância”, destacou a psicóloga ao orientar os pais a acessarem tanto as lembranças de quando eram adolescentes quanto a relação construída com os filhos desde a infância para se manterem presentes e como referência nessa nova etapa do desenvolvimento. Para isso, propôs uma dinâmica aos presentes: segurar uma boneca no colo como se fossem seus filhos bebês. O momento foi de bastante emoção e os pais puderam lembrar o quanto desejaram e cuidaram de seus filhos.

Para introduzir o assunto da palestra, Bruna fez perguntas para os presentes responderem com plaquinhas de “verdade” ou “mito” e conduziu as respostas. Ela destacou que existem vários tipos de comportamento de risco e abordou com mais profundidade os comportamentos violentos, especialmente os auto infligidos, como cortar-se, arranhar-se, bater-se.  

A especialista destacou fatores de risco e de proteção para o desenvolvimento desses comportamentos pelos adolescentes. Entre os fatores de risco, estão pouca comunicação, violência e baixa supervisão familiar; pais ou cuidadores excessivamente críticos e pouco validantes; baixa autoestima; impulsividade e instabilidade emocional; baixa tolerância à frustração; baixa capacidade de comunicação e de resolução de conflitos; transtornos associados e influência de pares – contágio. Já os fatores de proteção abordados foram: apoio social positivo – da família, de amigos e da comunidade;  cuidadores atentos às necessidades dos filhos; diálogo democrático com pais e cuidadores; relações baseadas em afetividade e limites realistas; orientação e supervisão adequadas para a idade; bons níveis de autoestima e autoeficácia e bons níveis de habilidades sociais.

Bruna também explicou que a autolesão pode ter diferentes funções para o adolescente, servindo como estratégia de regulação emocional (alívio da dor emocional, culpa ou vergonha); autopunição; aprendizagem social (quando o indivíduo relaciona os machucados aos cuidados recebidos da família) e comunicação e sinalização da dor para a sociedade.

Sobre os sinais que devem ser interpretados com atenção pelas famílias, ela destacou os relatos de solidão e tristeza; a tendência ao isolamento social; a queda abrupta do rendimento escolar; mudanças nos padrões de sono ou alimentação, e comportamentos de ocultação dos ferimentos (roupas de manga longa no calor, por exemplo).

Já as dicas sobre como abordar o tema com os adolescentes ou intervir caso perceba algo foram: escuta empática e postura não julgadora; ser direto na forma de abordar o assunto; e buscar suporte de serviços e profissionais especializados, em caso de confirmação.

Após a fala, as famílias fizeram perguntas e expressaram suas opiniões sobre o encontro.

“É nosso primeiro ano na escola e estamos muito felizes. Essa aproximação, em uma fase onde a tendência é o afastamento,  tem um valor inestimável. E nada melhor do que o apoio e as orientações de especialistas para isso”, declara Fabiana Ferreira dos Santos, mãe de um estudante do 7º ano. Segundo ela, a conversa teve uma abordagem muito adequada, o que facilitou o entendimento da mensagem de forma leve e eficiente. 

Sobre o Cuidar é Básico

O Programa Cuidar é Básico atua em três frentes: aprendizagem, saúde e convivência.

No eixo aprendizagem, tem-se como objetivo principal a implantação de ações permanentes que contribuam para a construção de um ambiente que estimule e favoreça as rotinas, os espaços e os tempos de aprendizagem de cada estudante. No eixo saúde, objetiva-se a implantação de ações que favoreçam o desenvolvimento de hábitos saudáveis e prevenção ao uso de drogas. Já no eixo convivência, o foco está relacionado à implantação de ações que qualifiquem as relações interpessoais, que favoreçam o bem-estar e privilegiem a convivência saudável.

Ao longo de cada ano, o Cuidar é Básico promove reuniões, palestras e eventos que envolvem estudantes, educadores, familiares e demais integrantes da comunidade escolar. As ações são coordenadas pelo SOE – Serviço de Orientação Educacional.

Em 2022, o programa ganhou um podcast no Spotify. A fim de ampliar as possibilidades de debate e reflexão, a playlist traz episódios que abordam temáticas como regulação emocional, segurança digital, uso de álcool e outras drogas e entre outras. Clique aqui para ouvir.

Contatos

A equipe da Central de Relacionamento do Colégio Farroupilha é responsável pelo processo de atendimento às famílias que tem interesse em efetuar a matrícula na instituição: ela recebe as demandas, monitora e acompanha o relacionamento da escola junto a essas famílias, incluindo o agendamento para entrevista pedagógica e a visita guiada, além do agendamento da matrícula do novo estudante.

Ambulatório

51 3455-1812

51 3455-1825

51 98043-0820

Biblioteca

51 3455-1817

51 98036-9178

Centro de Cambridge 

51 3455-1823

51 98110-1951

Central de Relacionamento

51 3455-1891

51 3455-1889

Comunicação e Marketing

51 3455-1878

Educação Infantil

51 3455-1819 (Berçário, Níveis 1 e 2)

51 3455-1813 (Níveis 3 e 4)

 

Ensino Fundamental - Anos Iniciais

51 3455-1811

Ensino Fundamental - Anos Finais

51 3455-1807

Ensino Médio

51 3455-1808

Financeiro

51 3455-1898

Gestão de Serviços Educacionais

51 3455-1837

51 99341-3424

Memorial Escolar

51 3455-1875

Recepções

51 3455-1860 | Administrativa - Prédio B

51 3455-1809 | Prédio D

51 3455-1816 | Alunos - Prédio A

51 3455-1873 | Berçário - Prédio B

51 3455-1877 | Jardim - Prédio C

Secretaria 

51 3455-1805 51 3455-1846

51 3455-1844 51 3455-1888

A Ouvidoria do Colégio Farroupilha é um canal que recebe, examina e encaminha, aos setores competentes, sugestões, críticas e elogios com o objetivo de aperfeiçoar os processos administrativos e pedagógicos da instituição.

O Canal de Integridade do Colégio Farroupilha é um espaço para formalização de relatos sobre condutas alheias ao Código de Conduta e Convivência. Por meio dele, todos os membros da comunidade escolar, além do público externo, podem realizar, de forma anônima ou identificada, o registro de informações com foco na prevenção de condutas antiéticas, como por exemplo: assédio moral, desvios/uso irregular de materiais, discriminação, ameaça, desvio de função, falha em auditoria ou controles internos, favorecimento, conflito de interesse, retaliação, vazamento de dados e uso indevido de imagem. O Canal de Integridade é administrado por uma empresa externa, a Legal Ética, e integra o Programa de Compliance do Colégio.

Top Sul Uniformes

51 3333-3131/ 3019-2387     51 98531.0463

www.topsuluniformes.com.br/colegio-farroupilha
Loja container localizada no estacionamento da unidade Três Figueiras.
Segunda a sexta-feira, das 8h às 18h30 (sem fechar ao meio dia)

Bar do Zé

 51 3334-0877 51 99155-9227

ze@zedobar.com.br
De segunda a sexta-feira, das 7h30 às 19h

Kawhen Uniformes

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Rua Carlos Huber, 281
De segunda a sexta-feira, das 7h30 às 19h sem fechar ao meio dia e aos sábados, das 8h30 às 13h.

La Brunita

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Clip Três Figueiras

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De segunda a sexta-feira, das 9h às 14h e das 15h às 19h.

Saúde no Copo

51 98323 4903 / 51 99590 7092

snctresfigueiras@saudenocopo.com.br
De segunda a sexta-feira, das 8h30 às 19h

O serviço terceirizado de transporte escolar é oferecido aos estudantes por motoristas organizados em cooperativas que atendem a diferentes bairros de Porto Alegre. A escolha pelo motorista é de responsabilidade das famílias.